quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

COMO FAZER UM VÍDEO COM FLASHCARDS E POSTAR NO BLOG


video-aulasO processo é um pouco demorado e você terá que usar alguns programas nas diversas etapas do processo, mas o resultado vale a pena, seus alunos irão adorar!

Trabalhando no PowerPoint

1) Procure as imagens que representem o que vai ensinar. Eu recomendo o Google Images Search por ser o mais rápido e o que tem mais opções de busca. Do lado esquerdo em seu navegador você pode escolher o tamanho e o tipo de imagens que você quer.
2) Crie um arquivo de PowerPoint incluindo as imagens e texto que você quer mostrar. Eu recomendo que use um slide para cada imagem e depois duplique-o logo em seguida, acrescentando o texto no segundo slide, assim seus alunos terão um tempo para tentar achar a resposta antes de lê-la (aprendem mais).
3) Salve o PowerPoint. Depois clique em “salvar” novamente, escolha “outros formatos”.
4) Antes de salvar, clique na parte de baixo da “janelinha” logo abaixo do nome do seu arquivo e escolha um formato de imagem (JPEG, GIF, etc.).
5) Abrirá um painel perguntando se é para converter apenas o slide atual ou todos os slides. Escolha todos os slides e dê OK.
6) Ao final do processo você será avisado que foi criada uma pasta com todos os slides do PowerPoint convertidos em formato de imagem.

Usando o Movie Maker

O Movie Maker é um programa padrão do windows 7, mas se você não o encontrar entre no site Hotmail e baixe-o. É gratuito e vem junto com o messenger, o visualizador de imagens, etc.
1) Abra o Movie Maker e clique do lado direito, em “inserir vídeo e imagens”. Procure sua pasta (a que acabou de ser criada com seus slides), selecione todos os slides e dê OK.
2) No Movie Maker você pode escolher efeitos, inserir música, etc. O que acho importante é que você defina o tempo de transição, que eu marco o máximo possível.
3) Quando estiver contente, do lado direito, no painel superior, escolha “salvar” e “recomendado para esse projeto”. Ele será salvo como filme do windows e ficará bem pesado.

Usando um conversor de vídeo

O vídeo criado pelo Movie Maker é bem pesado, eu o converto para flash antes de enviar para o YouTube, assim o processo é rápido e o efeito é o melhor possível. Eu uso o programa Any Converter, que é muito bom.
1) Abra o conversor de vídeo e em “output” ou “perfil de saída” escolha “flv” ou “flash video”.
2) Procure o vídeo criado pelo Movie Maker no seu pc. Arraste-o para o conversor.
3) Clique em ‘converter’ ou ‘iniciar’ e aguarde até o final.

Passando para o YouTube

Se você tem conta no Gmail, pode ter também uma conta no YouTube. Vá até a página inicial do site e em login, escolha: “fazer login com sua conta do Google”. Preencha os dados necessários e está criada sua conta.
1) Clique em “upload” e preencha as informações sobre o vídeo. Como já está em formato flv (usado pelo YouTube) o upload não irá demorar. O vídeo também fica bem menor.
2) Assim que terminar o upload, você verá na parte de baixo um código “incorporar” ou “embed”. Copie-o.

Publicando no seu blog

1) Faça login na sua conta de blog.
2) Clique em “nova postagem’.
3) Escreva a postagem e depois, na parte superior direita do seu editor mude de “escrever” para “html”. Cole o código que copiou do YouTube abaixo de sua postagem (ou onde quiser que ela apareça).
4) Clique em “visualizar” na parte inferior de seu editor.
5) Quando estiver contente com o resultado, clique em “publicar”.
Pronto! Seu vídeo de flashcards está online!
Para mais tutorias como esse, visite a categoria “Tutorial” do blog.

REFORMA ORTOGRÁFICA: Hífen - prefixação

O caso dos prefixos e falsos prefixos
Márcia Lígia Guidin*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação

CALENDÁRIO ESCOLAR 2011

APRENDA A CRIAR UMA BOA APRESENTAÇÃO NO POWERPOINT

Queridos alunos e alunas,


Observando a dificuldade de todos em preparar um apresentação de Power Point, para os trabalhos solicitados pelos professores, preparei esse tutorial com algumas orientações.


Power Point 2007
Aprenda a criar uma boa apresentação no PowerPoint

Postado por Globomail em 30 de setembro de 2008 às 10:25


Olá, leitores.



Não é de hoje que o uso de apresentações eletrônicas é realidade nos ambientes corporativos e também nas instituições de ensino, dando aos expositores a possibilidade de dinamizar e incrementar suas palestras. Para tratar desse tema, vamos considerar dois tipos de abordagens: os aspectos técnicos, que consistem na montagem da apresentação, e também a preparação e apresentação do material.

COMO MONTAR

Vou explicar aqui como montar uma apresentação no PowerPoint, a ferramenta mais comum nesse tipo de tarefas. A versão adotada nos exemplos será a 2007, a mais atual.

Ao criar um novo documento no PowerPoint, há uma série de temas pré-configurados, com composições de cores de texto e fundo com uma boa relação de contraste, evitando problemas visuais na apresentação. Para encontrar essas opções, clique no item Temas instalados, dentro da aba de Modelos, na tela de apresentação. Veja abaixo.



Outro ponto interessante é o uso das formatações que ajudam a organizar diferentes conteúdos, como pode ser visto na ilustração ao lado. O formato mais comum, e também o mais recomendado, é o segundo da esquerda para a direita na primeira fileira: título e conteúdo.


Número de página

Clique no menu Inserir e em Cabeçalho e rodapé, para em seguida marcar as opções: número do slide e não mostrar no slide de título. Outro ponto importante neste menu de configuração é a exibição de data e hora no slide, para quando for necessário ter essas informações na apresentação.

 
Recurso Multimidia
Repare que no interior da área de edição de conteúdo existem seis ícones, que são atalhos rápidos para inserção de conteúdo multimídia, como tabela, gráfico, smartart, imagens, clip-arts e vídeos. Quando você clicar nesses itens, o PowerPoint irá carregar um editor próprio para cada contexto
No caso de tabela, por exemplo, será preciso informar o número de linhas e colunas. Assim, o programa irá exibir a tabela pronta para receber textos em suas células. O assistente de gráfico é ainda mais interessante, pois é integrado com o Microsoft Excel, permitindo que os dados fiquem em uma planilha. O que aparece na apresentação é apenas o gráfico.


Anotações

Ao fazer uma apresentação, é importante montar um roteiro, definindo o que será dito enquanto cada slide é apresentado. É possível fazer esse controle com o próprio PowerPoint, usando o sistema de anotações. Com ele é possível editar textos relacionados a cada slide: essas anotações não aparecem na apresentação final, mas podem ser impressas e usadas para orientação e estudo.


Para realizar as anotações, clique no menu Exibição e em Anotações. Você encontrará uma tela com o documento dividido em duas partes, o slide e logo abaixo uma caixa de texto onde serão digitados os textos relacionados.


 
Na hora da impressão, como mostra a ilustração ao lado, selecione a opção anotações no item Imprimir da janela de impressão (aberta com Control+P).




Salvando o arquivo

O ideal é levar o arquivo para a apresentação no formato PPS, que não permite a edição e exibe diretamente a apresentação quando aberto. Para isso, use o menu de contexto do Office (o botão de círculo) e vá à opção Salvar como, selecionando apresentação de slides do PowerPoint. Outra dica importante é salvar o arquivo na versão 97-2003, pois o PC que for usado na apresentação pode não ter a versão mais atual do programa.


ANTES DA APRESENTAÇÃO

Monte um roteiro do que será apresentado, levando em consideração o tempo máximo disponível, evitando estourar o tempo ou ser rápido demais. Inclusive, um ensaio prévio é importante para fazer uma estimativa do tempo gasto.


A apresentação não é um relatório. Procure ser objetivo ao apresentar o conteúdo de cada slide, já que eles devem apenas servir de orientação para o que está sendo dito. Não use planilhas/tabelas muito extensas. Gráficos são muito mais atrativos e aumentam a atenção da platéia. Textos longos devem ser evitados.

Som, efeitos de animação, elementos pulando na tela, textos que só aparecem após um clique no mouse? Esqueça isso tudo. A apresentação deve ser simples e objetiva para que você possa se concentrar no público.

Não abuse na escolha das letras. Se estiver na dúvida sobre qual estilo escolher, dê preferência para fontes clássicas como Arial, Verdana, Times New Roman ou Courier New. O tamanho da fonte também é importante – não use nada abaixo de 22 pontos.

Não use modelos de apresentação muito rebuscados, com muitos elementos visuais e imagens de fundo muito colorido. Fundo branco com letras pretas ou em uma cor escura são suficientes para uma boa leitura. Evite textos em cores quentes (vermelho, amarelo, etc) em fundos de cores frias (azul claro, verde claros). A atenção ao contraste é fundamental.

Caso a apresentação seja baseada em um documento ou um trabalho, monte-a seguindo rigorosamente a mesma seqüência de informações, pois quem estiver assistindo poderá comparar os dados de uma forma simples, sem perder tempo.

Use os slides como referência de tempo, criando, por exemplo, um slide para cada bloco de 5 minutos. Durante a definição das partes da apresentação, localize a parte mais importante e dedique a ela maior atenção e tempo.

Treine e treine bastante antes da apresentação. Em alguns casos vale filmar a apresentação e assisti-la para corrigir falas e posturas. Revise todos os textos que farão parte da apresentação. Erros de português, tanto gramaticais quanto ortográficos, são imperdoáveis.

Segundo o empresário e investidor Guy Kawazaki, uma apresentação deve seguir a regra do 10/20/30 que consiste em: Nunca ter mais de 10 slides, não durar mais que 20 minutos e só ter letras maiores que 30 pts. Em seu site existe uma explicação detalhada de sua teoria. O texto está em inglês.

Também é importante sempre levar cópias da apresentação em diversos tipos de mídia (pendrive, CD/DVD). Caso não vá usar seu próprio computador, procure salvar o arquivo em diferentes versões para evitar a desagradável surpresa de não ter uma versão compatível com sua apresentação.


DURANTE A APRESENTAÇÃO

As informações exibidas nos slides – uma ilustração, complemento ou representação gráfica- devem ser tratadas como ferramentas de suporte. Ou seja, servem para destacar aquilo que está sendo dito no momento. Afinal, o foco de uma palestra é o apresentador, e os slides devem servir apenas como ferramenta de apoio.

Em uma apresentação em que serão expostos valores percentuais, por exemplo, o slide pode ser apenas um gráfico, e a explicação do apresentador ilustra os números expostos. O público irá enxergar no gráfico aquilo que ouve, possibilitando uma maior fixação e compreensão daquele ponto específico.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Curso de Blog

Estes vídeos eu encontrei no You Tube, foram feitos pelo professor Michel Fabiano. Eles me ajudaram a montar este blog. São ótimos, vale a pena assistir!!!



















Sete motivos para um professor criar um blog

A intenção é trazer para cá algumas das idéias
que a gente vê perdidas pelo mundo — real ou virtual

(Blog de Nelson Vasconcelos)
Nesse mundo da tecnologia, inventam-se tantas novidades que realmente é difícil acompanhar todas as possibilidades de trabalho que elas abrem para um professor. Recentemente, surgiu mais uma: o blog.
Mas o que vem a ser isso? Trata-se de um site cujo dono usa para fazer registros diários, que podem ser comentados por pessoas em geral ou grupos específicos que utilizam a Internet. Em comparação com um site comum, oferece muito mais possibilidades de interação, pois cada post (texto publicado) pode ser comentado. Comparando-se com um fórum, a discussão, no blog, fica mais centrada nos tópicos sugeridos por quem gerencia a página e, nele, é visualmente mais fácil ir incluindo novos temas de discussão com freqüência para serem comentados.
Esse gênero foi rapidamente assimilado por jovens e adultos do mundo inteiro, em versões pessoais ou profissionais. A novidade é tão recente; e o sucesso, tamanho, que em seis anos, desde o início de sua existência, em 1999, o buscador Google passou a indicar 114 milhões de referências quando se solicita a pesquisa pelo termo “blog”, e, só no Brasil, aparecem 835 mil resultados hoje. 
No mundo acadêmico, por sua vez, esse conceito ainda é praticamente desconhecido. O banco de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) não apresenta nenhuma referência sobre o tema e, mesmo em buscas internacionais, são pouquíssimos os trabalhos a respeito do que se pode fazer com um blog nas escolas. Todas as referências encontradas estão no pé deste artigo.
Não é à toa que tantos jovens e adultos começaram a se divertir publicando suas reflexões e sua rotina e que tantos profissionais, como jornalistas e professores, começaram a entrar em contato com seu público e seus alunos usando esse meio de comunicação. No blog, tudo acontece de uma maneira bastante intuitiva; e não é porque a academia ainda não disse ao professor que ele pode usar um blog que essa forma de comunicação deve ser deixada de lado. Com esse recurso, o educador tem um enorme espaço para explorar uma nova maneira de se comunicar com seus alunos. Vejamos sete motivos pelos quais um professor deveria, de fato, criar um blog.
1-     É divertido
É sempre necessário termos um motivo genuíno para fazer algo e, realmente, não há nada que legitime mais uma atividade que o fato de ela ser divertida. Um blog é criado assim: pensou, escreveu. E depois os outros comentam. Rapidamente, o professor vira autor e, ainda por cima, tem o privilégio de ver a reação de seus leitores. Como os blogs costumam ter uma linguagem bem cotidiana, bem gostosa de escrever e de ler, não há compromisso nem necessidade de textos longos, apesar de eles não serem proibidos. Como também é possível inserir imagens nos blogs, o educador tem uma excelente oportunidade de explorar essa linguagem tão atraente para qualquer leitor, o que aumenta ainda mais a diversão. O professor, como qualquer “blogueiro”, rapidamente descobrirá a magia da repercussão de suas palavras digitais e das imagens selecionadas (ou criadas). É possível até que fique “viciado” em fazer posts e ler comentários. 
2-     Aproxima professor e alunos
Com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, o que é um hábito extremamente saudável para a formação dos estudantes, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs. Já pensou se eles puderem se comunicar com o seu professor dessa maneira? O professor “blogueiro” certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano.
3-     Permite refletir sobre suas colocações
O aspecto mais saudável do blog, e talvez o mais encantador, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer “blogueiro”, tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. A primeira reação de quem passou a vida acreditando que diários devem ser trancados com cadeado, ao compreender o que é um blog, deve ser de horror: “O quê? Diários agora são públicos?”. Mas pensemos por outro lado: que oportunidade maravilhosa poder descobrir o que os outros acham do que dizemos e perceber se as pessoas compreendem o que escrevemos do mesmo modo que nós! Desse modo, podemos refinar o discurso, descobrir o que causa polêmica e o que precisa ser mais bem explicado ao leitor. O professor “blogueiro” certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo.
4-     Liga o professor ao mundo
Conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links (que significam “elos”, em inglês) que ele é convidado a inserir em seu espaço.  Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali. Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim estamos todos conectados: professor, seus colegas, alunos e mundo.
5- Amplia a aula
Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Aquilo que não foi debatido nos 45 minutos que ele tinha reservados para si na escola pode ser explorado com maior profundidade em outro tempo e espaço. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Mesmo que não caia na prova.
6-     Permite trocar experiências com colegas
Com um recurso tão divertido em mãos, também é possível que os colegas professores entrem nos blogs uns dos outros. Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica. Em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. (É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional.)
7-     Torna o trabalho visível
Por fim, para quem gosta de um pouco de publicidade, nada mais interessante que saber que tudo o que é publicado (até mesmo os comentários) no blog fica disponível para quem quiser ver. O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?
Antes de fazer seu próprio blog, vale a pena consultar as realizações de algumas pessoas comuns ou dos mais variados profissionais. Faça uma busca livre pela Internet para descobrir o que se faz nos blogs pelo mundo afora e (re)invente o seu!


Referências bibliográficas:
DICKINSON, Guy. Weblogs: can they accelerate expertise? Tese de mestrado em Educação da Ultralab, Anglia Polytechnic University, Reino Unido, 2003. Acesso em: 29 jul. 2005.
GENTILE, Paola. Blog: diário (de aprendizagem) na rede. Nova escola, jun./jul. 2004. Acesso em: 29 jul. 2005.
KOMESU, Fabiana Cristina. Blogs e as práticas de escrita sobre si na Internet. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio Carlos. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.
LEARNING and Leading with Technology. BlogOn, 2005. vol 32, n. 6.